segunda-feira, 14 de abril de 2008

Cosmologia do Plasma 6 Parte

11.O Básico

“As máquinas que foram primariamente inventadas para fazerem qualquer movimento em particular são as mais complexas, e sucessivamente os artistas geralmente descobrem que com algumas polias, com poucos princípios o movimento que haveria de ser originalmente empregado, pode ter os mesmos efeitos de uma maneira muito mais simples.O primeiro sistema filosófico , da mesma maneira, é sempre o mais complexo ”
-Adam Smith


O Universo Elétrico dá um salto simples ao unificar as forças nucleares, magnetismo e gravidade como manifestações de uma força eletro-estática quase instantanêa. Ao invés de ser considerada “bizarra” pelo conceito de ação á distância, como a maioria deste século faz, o Universo Elétrico o aceita como fato observável. Qualquer um que tenha tentado juntar dois polos positivos de imãs demonstrou experimentou uma ação á distância. Radiação “Eletromagnética” é então simplesmente o resultado de uma oscilação da força eletroestática.


Ao nível atômico, o modelo do Universo Elétrico toma a liderança dos trabalhos de Ralph Sansbury, um pesquisador independente de Nova York. Inicialmente, é o simples reconhecimento da elementar natureza elétrica da matéria e a primitiva da força elétrica nas interações da matéria.Ela também engloba a simples premissa que o próton, neutron e o elétron são compostos de pequenas partículas carregadas, orbitando uma a outra em um senso clássico em orbitas estáveis e resonantes.Isto é, a energia trocada entre essas sub-partículas em deformação elástica durante cada orbita tente a zero. Carregadas, as sub particulas interagem via força eletroestática. Um calculo simples demonstra que as sub particulas que formam o eletron devem viajar á velocidades bem acima da velocidade da luz – algo em torno de 2.5 milhões de anos luz por segundo, ou daqui até o outro lado da galaxia de andromeda em um segundo ! Logo a força eletroestática precisa agir a uma velocidade quase infinita na nossa escala para se permanecer estável.


É a estabilidade da resonância orbital dessas sub-particulas, tanto dentro e entre as particulas que geram o fenomeno dos prótons, neutrons , elétrons e os atomos. Outros habitantes desse “zoológico” de particulas não passam de meros estados ressonantes transacionais da mesma sub-particula carregada.A tal “criação” de matéria a partir de fótons energizados é uma ilusão na qual a pré existente matéria é reorganizada em novos estados ressonantes que dão a impressão de que a partícula se materializou subtamente. Antimatéria é um nome equivocado desde que ela também é formada das mesmas sub-partículas de matéria “normal” exceto pelo total de carga que é espelhado.A matéria não pode ser criada ou aniquilada.

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Uma Visão Convencional das Forças da Física

1.As forças nucleares mantém os núcleos (protons e neutrons) unidos no núcleo atômico.Ela é a força dominante no núcleo, mas sem importância a longas distâncias dele.


2a. Forças Elétricas. Uma cargar positiva e outra negativa se atraem mutuamente, mas cargas similares se repelem. As forças elétricas mantém os atômos unidos (“aprisionando” os elétrons ao núcleo) E ele tem certa importância no núcleo. Á longas distâncias as forças elétricas não são usualmente muito importantes por causa do efeito de screening (isolamento). Por exemplo, uma carga positiva atrai uma carga negativa para a sua vizinhança assim ele anula o campo da carga positiva.


2b. Forças magnéticas estão proximamente ligadas ás forças elétricas. Já que não podem ser anuladas facilmente, ela é mais eficiente a longas distâncias do que as forças elétricas. Exemplo: o campo magnético da terra.


3.A Gravitação é muito mais fraca do que as forças elétricas e contudo sem importância para o atomo. Como a gravitação não pode ser anulada, é a força dominante a longas distâncias. As órbitas dos planetas e o movimento das estrelas são regidos pela gravitação. - H. Alfvén.

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Teoria Quântica

Pela primeira vez a teoria de grande sucesso que é, a teoria quântica ganha uma explicação física em termos de movimento resonante das partículas carregadas, mediadas por uma quase instantânea força eletroestática.Uma orbita de um eletron quantico é uma na qual a troca de energia entre todas as sub partículas em um núcleo de átomo e aqueles orbitando em um elétron, somam á zero além da orbita.A troca de energia toma a forma da distorção de uma partícula para formar um dipolo eletroestático ou para se mover para uma nova orbita ressonante.


Teoria da Relatividade. A Teoria Especial de Einstein's foi desenhada para definir simultaneamente no universo até onde a força mais rápida ou o sinal estavam restritos para a medida da velocidade da luz de uma fonte distante. Com uma força eletroestática com velocidade quase infinita agindo entre as subparticulas de toda a matéria, a teoria da relatividade se reduz a física clássica.Isto deixa em aberto o que nós estamos medindo quando nós determinamos a velocidade da luz. A velocidade da luz em termos galáticos é excedentemente lenta, requerindo por volta de 150,000 anos para atravessar nossa galáxia. Contudo, o astrônomo Halton Arp demonstrou que os redshifts de uma galáxia inteira possuem quanta o qual requer alguma forma ,quase instantânea, de comunicação galática a nível sub atômico.Há agora vários experimentos reportando experimentos que demonstram efeitos mais rápidos que a luz. Com a Teoria Especial indo, e o universo em comunicação com suas partes efetivamente em tempo real, não há como haver viagens no tempo já que espaço e tempo são independentes,o senso comum sempre sugeriu que isto era assim.A Teoria Geral de Einstein foi planejada para explicar a gravidade. Ela tenta descartar as ações observadas a distância da gravidade ao propor uma contra intuitiva dobra do espaço na presença de objetos massivos.Essa complicação desnecessária do espaço é então adcionada para os conceitos metafísicos correntes sobre o que constituí a massa de um objeto.Mas o espaço também precisa “dobrar” a uma velocidade quase infinita para produzir as órbitas planetárias observadas.Senso comum,observação, e parcimônia da hipótese todas sugerem que o modelo eletroestático da gravidade (veja a baixo) é superior. Há agora evidências experimentais das medições da gravidade ao tempo de um eclipse solar total que suportam o modelo do Universo Elétrico e descontam do modelo da Relatividade Geral.


E = mc2


A famosa expressão matemática de Einstein E= mc2, equacionando energia e massa é conhecida por qualquer um. Contudo, a maioria dos livros usam a palavra “matéria” no lugar de “massa”.Mas em lugar algum foi demonstrado que massa e matéria são intercambiavéis.De fato, nós somos inteiramente ignorantes sobre o que constituí a matéria de um objeto. Logo é inadmissível insinuar que energia e matéria são intercambiáveis. A ultima expressão dessa idéia levou até a criação da besteira do big bang . É mais simples e mais sensível sugerir que tanto a energia nuclear e química são liberadas ou absorvidas pelo rearanjamento das orbitas ressonantes das partículas carregadas. É então que o senso comum vem a sugerir que massa é a resposta medida de um sistema de partículas carregadas á uma força eletroestática externa.O quanto mais massivo um objeto, mais a força eletroestática contribui para a deformação elástica de seus prótons, neutrons e elétrons, em detreterimento de sua aceleração.Este é o fenômeno visto em aceleradores de partículas e convencionalmente atribuídos a efeitos relativísticos.Mas a relatividade se reduz a física clássica em um universo no qual a força eletroestática tem quase uma velocidade infinita.A primeira questão a ser feita é se é tão simples assim, porque já não foi pensada a muito tempo ? A resposta parece estar na propensão pela teoria matemática em superexeceder o senso comum e a observação. Há também um problema de linguagem quando os matemáticos tentam provar o real significado de seus símbolos.


12.E daí ?


As consequências e possibilidades em um Universo Elétrico são de se perder á vista. Primeiro, nós temos que aceitar a nossa profunda ignorância! Nós não sabemos nada sobre a origem do universo. Não houve Big Bang. O universo visível é estático e muito menor do que pensavamos. Nós não temos idéia da a idade e extensão do universo. Nós não conhecemos a última fonte de energia elétrica ou matéria que forma o universo. Galáxias são modeladas por forças elétricas e formadas de plasma focado em seu centro, o qual periodicamente ejeta quasares e jatos de eletrons.Quasares evoluem para galáxias companheiras. Galaxias formam famílias com “pais” e “filhos” identificáveis.Estrelas são “Transformadores” elétricos e não aparelhos nucleares.Não há estrela de neutrons ou Buracos Negros. Nós não sabemos a idade das estrelas porque a evolução termonuclear não se aplica para elas. Supernovas são totalmente inadequadas como fontes de elementos pesados.Nós não sabemos a idade da terra porque os relógios radioativos podem ser perturbados por poderosas descargas elétricas.



As poderosas descargas elétricas que formam as photoferas estelares criam os elementos pesados que aparecem em seu espectro. Estrelas “dão á luz” eletricamente a estrelas companheiras e planetas gasosos gigantes. A vida está mais propensa á se formar dentro de uma carapaça de plasma radiante de uma estrela ana marrom ! Nosso sol ganhou novos planetas , incluíndo a Terra.O que explica essa “Salada de frutas” caracteristica do nosso sistema solar. Ele também não é o lugar mais hospitaleiro para a vida desde que pequenas mudanças no distante Sol poderiam congelar ou esterilizar a Terra.As superfícies e atmosferas são depositados durante o seu nascimento de um corpo maior e durante encontros elétricos com outros planetas. As superficies planetárias carregam as cicatrizes elétricas de tais eventos cósmicos. A velocidade da luz não é uma barreira. Comunicação em tempo real por distâncias galáticas é possivel. Embora o tempo seja universal e a viagem no tempo seja impossível.Anti-gravidade é possível.O espaço não possui dimensões extras nas quais uma dobra ou universo paralelo possam existir. Não existe “o ponto-zero” de energia no vácuo.


A fonte de energia invisível no espaço é eletrica. Energia nuclear limpa está dispovivel através de sistemas nucleares catalizadores. Uma alta energia está disponível pela resonância da catalização de sistemas químicos do que nas usuais reações químicas.Enzimas biológicas são capazes de utilizar catalização resonante nuclear para transmutar elementos. Sistemas Biológicos demonstram evidências de comunicação via sistemas químicos resonantes, o que pode emprestar uma explicação física para os trabalhos de Rupert Sheldrake. O DNA não possui a chave da vida mas está mais para uma planta de uma variedade de componentes e ferramentas de uma fábrica. Nós nunca poderemos ser capazes de ler o genoma humano e dizer se ele representa uma criatura com duas pernas ou seis porque a informação que controla as linhas de construção são externas ao DNA.Há mais na vida do que apenas a química.


Nós não estamos isolados no tempo e espaço em uma pequenina rocha, orbitando uma estrela insignificante em uma galaxia insignificante. Nós estamos felizmente conectados com o poder e inteligência do universo.


O futuro em um Universo Elétrico parece ser de fato muito excitante !

domingo, 30 de março de 2008

Cosmologia do Plasma 5 Parte

7.Planetas

Tradução: Matheus Raszl

Planetas parecidos com a terra e suas luas são similarmente “nascidos” por expulsão elétrica de parte dos núcleos carregados positivamente das estrelas anãs e gigantes gasosas. Isso explica a dicotomia entre os densos planetas rochosos e luas e os planetas gigantes gasosos. No modelo do Universo Elétrico, a gravidade não passa de apenas um dipolo eletrostático. Logo as órbitas planetárias são estabilizadas contra o caos gravitacional pela troca de cargas elétricas através de seu rastro (ou cauda) de plasma (Vênus ainda o está fazendo fortemente, a julgar por seu rastro “cometário” magnético, e possuir a orbita mais circular dos planetas) e a consequente mudança de gravidade de cada corpo. Os planetas assumirão rapidamente orbitas que assegurem a menor interação elétrica. Impactos entre corpos grandes são evitados e capturas são mais provavéis por troca de cargas elétricas entre eles. A captura de nossa lua se torna a unica opção, ela não pode ter sido criada a partir da terra. Evidências de instabilidade planetárias no passado estão escritas na superficie de todos os corpos do sistema solar. Esta evidência esta sob a forma de crateração por arcos elétricos.


8.Crateração Elétrica


Descargas elétricas entre corpos em aproximação tomam a forma de “relâmpagos dos deuses”, ou distintos plasmóides de forma de hélice. Tais plasmóides foram esculpidos por muitas das culturas antigas quando retratado Jupiter arremessando seus raios.

Os raios de Júpiter levantam questões sobre a história da humanidade e sobre a Terra que nunca antes foram perguntadas. Quando entram em contato com a superfície, os plasmóides causam arcos elétricos característicos rasgando na forma de canais sinuosos e crateras circulares com paredes um pouco elevadas e ocasionalmente um pico central. Tais crateras são universalemente mau interpretadas como crateras de impacto. Os sinuosos canais são equivocadamente classificados rios ou canais de lava.Minutos ou horas de cicatrização elétrica podem produzir uma superfície igual a da Lua, a qual é interpretada como possuíndo, por uma moda ad hoc, bilhões de anos.Diferênças hemisféricas são esperadas neste modelo. E para os Céticos, há silenciosos arcos elétricos do tamanho de planetas que continuam até hoje a acontecer na lua mais interior de jupiter, Io. Procure por notícias neste site para muitas predições corretas sobre os descobrimentos assim que imagens em close de Io ficarem disponíveis.

Geologistas planetários não estão treinados para reconhecer cicatrizações por arcos elétricos, de outra maneira eles teriam visto uma característica erosão catódica de superfície e jatos de catados em Io.Eles definitivamente não são vulcões como conhecemos dos livros de geologia.


9. Clima Elétrico

A maioria das pessoas não sabem que nós não entendemos como o raio é criado nas nuvens. A resposta mais simples é a de que o raio não é criado lá. As nuvens meramente criam um caminho conveniente para a Terra por eletricidade originada no espaço. Sem nuvens é possivel ter “um raio num céu azul”. Isto está acontecendo em Venus ( Embora o céu por lá não seja azul) Os sistemas climáticos são dirigidos primariamente por influências elétricas externas.

Consequentemente o Sol possuí padrões climáticos. E o planeta mais distante, Netuno, possuí os ventos mais violentos do sistema solar embora receba muita pouca energia do sol. Descargas elétricas do espaço causam as gigantescas tempestades de areia em Marte e tempestades em escala planetária. Ele é responsável pela grande mancha vermelha de Jupiter e as esquisiticies nos anéis de Saturno. É o porque de Venus possuir eletricidade nas nuvens smog e o porque do topo de suas montanhas brilharem como o fogo de St. Elmo. É o porque a Terra possuí eletricidade subindo ao espaço na forma de “Sprites Vermelhos” e “Jatos Azuis”, e porque satélites “sobrevoam tão rápido”


Contudo, ninguém está treinado para considerar o input de energia elétrica em sistemas climáticos.


A imagem da direita a visão de um artista da NASA de um raio em Venus durante a descida de um dos probes da Pioneer, Venus tem nuvens de Smog onde não são esperadas a geração de raios e mesmo assim o planeta sofre intensamente com raios. Isto vai contra o que a noção popular do que causa a eletricidade.


10.Vida

Parece que quando uma estrela anã ou um gigante gasoso “dá a luz” á um satélite rochoso, pai e filho usualmente se mantém proximamente ligados. Nosso sistema solar, com suas gigantescas órbitas e características caóticas, parece ser o resultado de um recente “acidente de trafego”. Esta conjectura radical é suportada por histórias globais de encontros planetários pré-históricos. Logo utilizar a nossa situação como uma medida de um sistema planetário normal nos conduzirá a idéias errôneas de como a vida começa e as estimativas da aparência da vida em qualquer outro lugar do universo. A situação mais benigna para a vida em um universo elétrico é dentro de um cocoon elétrico de uma anã marron. Energia radiante é distribuida sobre toda a superficie de qualquer planeta orbitando a cromosfera de tal estrela, sem levar em conta a rotação, inclinação do eixo ou excentricidade orbital.

A extremamente pequena atmosfera de tais estrelas possuem a agua essencial e os compostos de carbono para caírem para as superficies planetárias,e a luz vermelha é ideal para a fotossíntese. Tal modelo apresenta uma razão do porque a Procura por Inteligência Extra Terrestre (SETI) não vai ter sucesso. Qualquer civilização avançada em tal planeta não estarã consciente que o universo exista fora do sistema estelar dele mesmo, e comunicação por rádio através de uma descarga brilhante de uma estrela é impossível !


Nosso sistema de educação não estã preparado para a gama de conhecimento interdisciplinar requerida para um universo elétrico.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Cosmologia do Plasma 4 Parte

4.Que Big Bang ?


Tradução: Matheus Raszl

O Big Bang já está morto! O “Galileo do século 20″, Halton Arp, provou que o universo não está se expandindo. A Teoria do Big Bang é baseada na interpretação incorreta do redshift. O redshift de uma galáxia distante é medida pela luz que vem daquela galáxia.As linha do espectro daquela galáxia demonstram uma mudança para o vermelho comparando-as com as mesmas linhas vindas do nosso sol. Arp descobriu que objetos com altos e baixos redshifts estão algumas vezes conectados por uma ponte ou jato de matéria. Logo o redshift não pode ser usado para medir distâncias. A maioria do redshift é intriseco do objeto. Mas há mais: Arp descobriu que o redshift intriseco de um quasar ou galaxia tomam valores discretos, os quais diminuiam de acordo com a distância do centro da galáxia. Na nova visão do cosmos de Arp, galaxias ativas “dão a luz” á quasares com alto redshift e estes á galáxias companheiras. O Redshif se tornou uma medida da idade relativa de galaxias próximas e quasares, não sua distância. Como uma medida de quasares e idade de galáxias, o redshift decaí em passos discretos, ou quanta.


O maior problema para a astro-fisica é o porque que uma galáxia exibiria um fenômeno atômico.Então nós nos viramos para a fisica de partículas. Esta dificuldade demonstra o fato de que a “mecânica” quântica aplicada aos atomos é uma teoria sem realidade física. A maluquice da teoria quântica foi atribuída a escala subatomica ao qual se aplica. Mas agora que nós temos efeitos quanticos em algo do tamanho de uma galaxia, esse conivente nonsense está exposto. Se Arp está certo muitos experts irão parecer muito invejosos. Sua descoberta disparou o alarme em algumas salas da Academia e já que ninguem gosta de um barulho tão alto - particularmente se eles estão sem dormir - a resposta mais idiota foi atacar o cara com o dedo no botão de alarme. O tempo de Arp para os telescópios foi negado, papers rejeitados, e ele foi forçado a deixar os EUA para continuar com seu trabalho.


5. Galaxias Elétricas


Por mais de 10 anos os físicos do plasma possuem um modelo elétrico das galáxias. E ele funciona com a física do mundo real. O modelo é capaz de satisfatoriamente contar com as formas observadas e dinâmica das galaxias sem user recursos como matéria escura invisível e buracos negros centrais. Ele explica de maneira simples os poderosos jatos elétricos sendo jogados ao longo do eixo em espiral do centro das galáxias. Resultados recentes do mapeamento do campo magnético confirmam o modelo elétrico.


Por outro lado, os cosmólogos não podem explicar porque a forma espiral é tao comum e eles só possuem explicações ad-hoc para os campos magnéticos. Mais recentemente, campos magnéticos inter galáticos foram descobertos o que é o golpe final para quebrar as costas do camelo. Incríveis modelos gravitacionais envolvendo “buracos negros” invisíveis tiveram que ser inventados numa tentativa desesperada de explicar porque a força atrativa da gravidade resulta em matéria sendo ejetada de maneira estreita a velocidades relativísticas.


Porque nós aceitamos tal ficção cientifica como fato enquanto o Universo Elétrico prediz as formas espirais, campos magneticos e os jatos ? Os campos magnéticos cosmicos simplesmente delineiam as correntes elétricas que criam , movem e iluminam as galáxias.


6.Estrelas Elétricas


Físicos do plasma argumentam que as estrelas são formadas por um efeito “pinch” eletromagnetico em grandes e dispersas nuvens de gas e pó. O “pinch” é criado por forças magneticas entre correntes filamentares paralelas. Que são parte da giganteca corrente eletrica fluindo dentro das galaxias. È muito mais eficiente que a gravidade em concentrar matéria e , diferente da gravidade, pode remover excessos de momentum angular que tendem a previnir o colapso. Estrela irão se formar como bolhas em uma linha até que a gravidade assuma.Ralph Juergens, um engenheiro da Flagstaff, Arizona, nos anos sententa tomou o próximo salto ao sugerir que o input eletrico não parava por ali e que estrelas não eram máquinas termonucleares! Isto é obvio quando o se olha o Sol através de uma perspectiva de descarga elétrica.As correntes elétricas galáticas que criaram as estrelas persistem em alimentá-las.Estrelas se comportam como eletrodos em uma descarga de brilho galático. Estrelas brilhantes como o nosso sol são grandes bolas de raios concentrada! A matéria dentro das estrelas se tornam positivamente carregadas e como os eletrons se encaminham para a superfície. O resultado das forças eletrostaticas internas previnem as estrelas de entrarem em colapso gravitacional e ocasionalmente fazem elas “darem a luz” por fisionamento elétrico para formar estrelas companheiras e gigantes gasosas. Brilho repentino, ou explosão em nova marcam tal evento. Isso elucida porque as estrelas comumente possuem parceiros e porque a maioria dos planetas gigantes até agora detectados orbitam proximamente sua estrela pai. A Teoria da evolução estelar e a idade das estrelas é uma ficção elaborada. A aparência de uma estrela é determinada largamente por seu ambiente elétrico e pode mudar subitamente. Os físicos do plasma e engenheiros elétricos são os que mais estão aptos a reconhecer um fenômeno de descarga de plasma. A fisica estelar está nas mãos erradas.

Cosmologia do Plasma 3 Parte

3.Uma breve história…


Tradução: Matheus Raszl

“Para ter certeza, a natureza distribui seus dons entre suas crias.Mas há muitos dos bem dotados, graças a Deus, e eu estou convencido firmemente que a maioria deles vive vidas silenciosas e pacatas ” -Albert Einstein


Os pedaços do “Mapa” do Universo Eletrico são supridos por alguns dos mais importantes indivíduos, a maioria deles desconhecida e que viveram ou estão vivendo “calmas,e tranquilias vidas” fora das universidades. Para aqueles com um senso histórico este fato pode servir para aumentar a curiosidade do que diluíla.A maioria das revoluções da ciência vieram de pessoas que aprenderam sozinhas fora do sistema acadêmico e não foram censuradas por falácias ou modas. Já foi bem documentado que instituições modernas da ciência operam de uma maneira para impor o conformismo e prevenir pesquisas e publicações de idéias revolucionárias. J.R.Saul argumenta que o escolatiscismo medieval foi re-estabelecido durante o século 20... Se sim,o novo Iluminismo virá , e como antes, de fora da academia.


Para mim, a luz começou com o controverso polimatemático e autor do livro Worlds in Collision, Immanuel Velikovsky. Em 1950 ele demonstrou uma técnica comparativa interdisciplinar para descobrir fortes evidências de catastrofes planetárias das memórias gravadas pelas primeiras civilizações. Seu metodo era forense no qual ele procurou por registros de eventos físicos e de natureza altamente incomum as quais foram nada mais nada menos que corrobadas globalmente por culturas totalmente separadas. Então aplicando o conhecimento científico de causa e efeito , foi possível construir um modelo bem detalhado da sequência destes eventos. Finalmente , o modelo permitiu que predições específicas fossem feitas e confirmadas - uma premissa para uma boa teoria científica. Algumas das predições feitas por ele foram ultrajantes para aquele tempo: Venus deveria estar próximo do calor incandescente, Jupiter deveria emitir sinais de rádio, as rochas da Lua poderiam ser magnetizadas, e etc…Velikovsky estava certo, astronômos daquele tempo estavam errados. Contudo, você não irá achar qualquer texto que dê a ele o crédito porque suas teorias foram julgadas como incorretas.Presumidamente foram apenas advinhações de pura sorte !


Estava claro para Velikovsky que o conceito de gravidade de Newton era insuficiente para explicar o comportamento dos planetas. E certamente não poderia responder a questão mais óbvia, “porque os céus parecem tão tranquilos agora ?” Isto permitiu uma resposta dogmática da academia para o seminário revolucionario de Velikovsky. Foi dito que sua teoria não obedecia as Leis de Newton. Mas o que Newton sabia de eletricidade ? E se alguém acredita que as Leis de Newton garantem um sistema planetário estável - Que pensem novamente ! Qualquer sistema gravitacional com mais de dois corpos é instável.Esta questão ainda é dificílmente respondida, e ainda sem resposta, “o que produz a observável estabilidade do sistema solar ? ” Velikovsky estava convencido que a dica estava na sua descoberta de que a força elétrica dominava a incrivelmente fraca Força da Gravidade em tempos de encontros planetários próximos. Embora ele fosse incapaz de explicar o porque naquele tempo, e como isso poderia criar a estabilidade observada do sistema solar, com sua unica pré-ciência ele abriu o caminho para o Universo Elétrico.


Desde então catedráticos céticos demonstraram que a perspectiva de eventos cataclísmicos estão errados. Entretanto, sua premissa básica de encontros planetários foi confirmada e os detalhes foram expostos á um grau assombroso.Vários pesquisadores pioneiros nesse novo campo agora concordam que os inspiradores encontros planetários ocorreram na pré-historia. Para as mais antigas civilizações isto foi um momento crucial para sua memória.Eles foram a inspiração para as pirâmides, megalitos, estátuas, totens e arte em rocha sagrada. Os sobreviventes desta evento global sentiram que era imperativo que a memória fosse preservada e passada fervorosamente para as futuras gerações na espectativa de que os deuses retornarão. A memorização influenciou a forma da arquitetura, dos rituais e história para re-encenar os poderes apocalípticos dos deuses planetários sobre o destino da humanidade. Tal começo catastrófico explica porque as civilizações apareceram como um raio do nada. Infelizmente, sem pontos de referência no comportamento atual dos planetas, as histórias perderam seu significado real. Esta curta explicação pode parecer contraditória até que a consistência de evidências que a suportem possa ser apresentada. Entretanto, ela friza a crucial diferença entre o catastrofismo planetário do universo elétrico e o neo-catastrofismo que tenta explicar as evidências de encontros planetários por meios dos cometas.Cometas modernos simplesmente não batem com as descrições do passado. Nem podem contar com a abundância das aparentes recem craterações e cicatrizações. Além disso, no universo elétrico cometas não são uma ameaça apocalíptica para a Terra, criativamente retratada por artistas. Tais pinturas são completos factóides porque cometas seriam desviados eletricamente por um trovão cósmico antes que atingissem a Terra. A única evidência visível seria a cratera de arco elétrico como a cratera de Meteoro no Arizona.


O modelo do Universo Elétrico cresceu da percepção de que uma nova cosmologia do plasma e uma compreesão dos fenômenos elétricos no espaço podem iluminar o novo esforço sendo feito na mitologia comparativa. Em retorno as imagens de eventos testemunhados no céu pré-historico e sua sequência, podem ajudar a encontrar a recente história da Terra, Marte e Vênus. Ao aceitar a informação de uma gigantescamente maior gama de conhecimento e sobre a existência humana que a cosmologia permite, o Universo Elétrico começa a prover respostas pragmaticas e de senso comum para muitas questões que parecem disconexas. Seguindo a suplica do Vencedor do Premio Nobel , físico do plasma e cosmologista, Hannes Alfvén, para trabalhar com as informações de antigamente através de observações ao invés de olha a frente com um princípio teórico idealizado.


“Nós temos que aprender que ciência sem contato com experimentos é uma plano que está fadado a ir completamente para o além da conjectura imáginária” - Evolution of the Solar System, NASA 1976, H. Alfvén & G, Arrhenius, p. 257.


O resultado agora é um “Grande quadro” que enfatiza nossa dramática pré-história e sua essência conectada ao universo.Nós não precisamos mais olhar para nós mesmos e o universo através do show de espelhos distorcido da ciência moderna.


A implicação de atividade elétrica entre planetas será profundamente perturbadora para aqueles que construíram sua cosmologia envolta pela fraca força da gravidade, atuando em um universo eletricamente estéril. Este estranho, erro dogmático garante que nada irá permanecer no futuro da ilusória teoria do Big Bang ou da história simplista da formação do sistema solar.

terça-feira, 25 de março de 2008

Cosmologia do Plasma 2 Parte

2.Universo Eletrico


O modelo do Universo Elétrico é um “Mapa” coerente de nossa situação no universo, unificando muitas disciplinas.Destacando em si repetidos padrões elétricos em todas as escalas, permitindo que experimentos em laboratório expliquem os estranhos eventos energéticos vistos por exemplo, no espaço profundo, no Sol, e na lua de Jupiter, Io. O universo elétrico trabalha utilizando observações vistas desde a pré história ao inves ir atrás de um principio teórico idealizado. Ele dá respostas simples para os problemas que estão cobertos por ideais metafísicos e puro misticismo.É mais interdisciplinar e inclusivo de informações do que qualquer outra cosmologia.Ela aponta para possibilidades práticas muito além dos limites colocados pela ciência atual.


O modelo do universo elétrico cresceu através de várias aproximações interdisciplinares da ciência.Não é uma técnica ensinada nas universidades. O Universo elétrico é mais baseado em observação e experiência do que em teoria abstrata. Ela reconhece as conexões entre as diversas disciplinas. E concluí que o componente crucial para entender o universo é incorporar completamente e levar em conta a natureza elétrica básica dos atomos e suas interações. Estranhamente, não é esse o caso da cosmologia convencional onde o magnetismo fraco e a infinitamente mais fraca força da gravidade regem o cosmos.Tal simplificação pode se acomodar em uma física teorica baseada na neutralidade elétrica da matéria e em laboratórios terrestres mas não se aplica no espaço onde o plasma domina.


O Plasma foi chamado de o “quarto estado” da matéria, depois dos sólidos, líquidos e gasosos.A maioria da matéria no universo está sob a forma de plasma. O plasma é formado quando algum dos eletrons carregados negativamente são separadados de seu atômo original no estado gasoso, deixando o atômo com uma carga positiva.Os elétrôns carregados negativamente, e os atômos carregados positivamente (conhecidos como ions positivos) estão então livres para se moverem separadamente sob a influência de uma voltagem aplicada ou de um campo magnético.O movimento se constitui em uma corrente elétrica. Então, uma das mais importantes propriedades do plasma é que ela consegue conduzir corrente elétrica. E o faz pela formação de filamentos de correntes que seguem as linhas do campo magnético.E padrões filamentares estão onipresentes no Cosmo.

domingo, 23 de março de 2008

Cosmologia do Plasma 1 Parte

Olá povo, vou começar a postar as minhas traduções sobre este que será o futuro da cosmologia mundial, primeiramente apresentando a sinopse em primeira mão em português. Abraços !

1.Prefácio


Tradução: Matheus Raszl


“O fato mais misericordioso do mundo...é a inabilidade da mente humana de correlacionar todos o seu conteudo...As ciências, cada uma caminhando em sua própria direção, nos causou muito pouco dano até agora; mas algum dia, quando os pedaços disassociados de conhecimentos se unirem,será aberta uma nova visão aterrorizante da realidade...E nós então ficaremos loucos com tal revelação ou bateremos em retirada da luz mortal para a paz e segurança de uma nova Idade das Trevas” - H. P. Lovecraft


Em uma inquisição amplamente interdisciplinar como esta, a própia comunicação pode se postar como um desafio.Tipicamente, as maiores dificuldades na comunicaçãoocorerão quando alguem vier a questionar algo como já “sabido” como verdade.No que tange a principios, a confiança por detrás de idéias estabelecidas pode ser tão grande que a própria discução pode parecer sem sentido.Esta dificuldade é agravada pela fragmentação do processo pelo qual a informação é coletada e avaliada.A especialização do questionamento intelectual carrega consigo certos riscos quando suposições de uma disciplina se sobrepoe prioritariamente sobre outras disciplinas. Ninguem pode ser um expert em tudo, e quando considerando possibilidades fora da especialidade pessoal, é natural diferenciar daquilo que especialistas em outros estudos clamam saber. Mas quais são as consequências destas suposições teoricas,que embora perseguidas como fato, não podem ser consideradas quanto aos persuasivos novos campos de informação ?


Dada a extrema fragamentação da ciencia atual é dificil de imaginar que o empreendimento como um todo poderia alguma vez “correlacionar todo o seu conteudo.” Ainda o progresso extraordinario em direção a aquele “alguma dia” previsto por Lovecraft pode agora ser possivel por uma nova aproximação – uma na qual o fenomeno elétrico receba toda a atenção que merece, e todos os campos apropriados de evidência estão incluidos. Para tal, os prospectos podem parecer em cada pequena informação tão aterroradores quanto Lovecraft imaginou. Mas para aqueles que instintivamente procuram unificar princípios, os novos horizontes serão de uma vez por todas de tirar o folêgo e cheio de esperanças.



Esta introdução vai apresentará uma nova “visão” para enchergar o universo físico, desde particulas sub-atomicas até reinos galaticos desconhecidos antes do telescopio Hubble. O universo eletrico é uma resposta holistica para a myopia – aquela limitação da visão que naturalmente acompanha a fragmentação do conhecimento e aprendizado.Para aqueles com a coragem de enchergar claramente, a premissa de “desaprender” as idéias atuais não terão custo real algum de maneira alguma.O terror da visão de Lovecraft é apenas a primeira investida de incerteza, quando as ideias que foram longamente tidas como certas são jogadas ao questionamento por fatos e soluções simples previamente ignoradas.O “os pedaços disasociados de conhecimentos se unirem” apenas requererá de nós o confronto das profundas contradições nas coisas que os experts por muito tempo clamaram saber.Com a coragem de enxergar claramente, a propria aventura poderia muito bem ser “A coisa mais piedosa do mundo” , adicionando novos insights nos grandes dramas nos primordios da historia humana e para uma perspectiva vital para a situação humana no cosmos.Lovecraft não percebeu que as “visões aterroradoras” não são nada mais do que uma miragem vista através de uma porta aberta.A verdade está sempre unificada, e como tal ela sóp pode ser amigavel para aqueles que procuram a verdade em primeio lugar. Assim que passamos pela porta; não é o medo que virá a nós , mas o deslumbrar da descoberta.


- Wal Thornhill / David Talbott

*Miopia – a desinclinação de reconhecer a existencia de algo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

O MEDO CAUSADO PELA INTELIGÊNCIA

Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de
pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos
Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar,amigo de
seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho
naquela assembléia de vedetes políticas.

O velho pôs a mão no ombro de Churchill e
disse, em tom paternal:

- "Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito
brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é
imperdoável.
Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter
gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou
hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta
inimigos.
O talento "assusta."
E ali estava uma das melhores lições de abismo
que um
velho sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa
carreira difícil.
A maior parte das pessoas
encasteladas em posições políticas
é medíocre e tem um
indisfarçável medo da inteligência.

Isso na Inglaterra. Imaginem aqui no Brasil.

Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy
Barbosa:
"Há tantos burros mandando em homens de
inteligência
que às vezes fico pensando que a burrice é uma
ciência".

Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres
são mais obstinados na conquista de
posições.
Sabem
ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos
displicentes que não revelam o apetite do poder.
Mas
é
preciso considerar que esses medíocres ladinos,
oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de
salvaguardar suas posições conquistadas com
verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos
não conseguem passar.
Em todas as áreas
encontramos
dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do
arrivismo,
inexpugnáveis às legiões dos
lúcidos.

Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma
extensão
do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos
forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de
burra se quiser vencer na vida.

É pecado fazer sombra a alguém até
numa conversa
social.
Assim como um grupo de senhoras burguesas bem
casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem
mulher bonita no seu círculo de convivência, por
medo
de perder seus maridos, também os encastelados
medíocres se fecham como ostras à simples
aparição de
um talentoso jovem que os possa ameaçar.

Eles conhecem bem suas limitações, sabem como
lhes
custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam
com uma perna nas costas, enfim, na medida em que
admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem
problemas, os medíocres os repudiam para se defender.

É um paradoxo angustiante.

Infelizmente temos de viver segundo essas regras
absurdas que ransformam a inteligência numa
espécie de
desvantagem perante a vida.

Como é sábio o velho conselho de Nelson
Rodrigues:
"Finge-te de idiota e terás o céu e a terra".
O
problema é que os inteligentes gostam de brilhar.